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Seminário Tempo Livre Gestão de eventos: crise ou oportunidade ? Criatividade e originalidade considerados elementos essenciais para superar momentos de estagnação |
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Encarar os momentos de estagnação e regressão como desafios em que a criatividade e a originalidade são fundamentais foi a principal conclusão do Seminário "Gestão de eventos: crise ou oportunidade ?" que a Tempo Livre promoveu, no dia 17 de Novembro, no Multiusos de Guimarães. Elling Hamso, do European Event ROI Institute, foi o orador principal da iniciativa que assinalou o 8º aniversário do Multiusos de Guimarães. Cerca de 200 pessoas, maioritariamente estudantes de diversos níveis de ensino, marcaram presença na iniciativa em que a palavra “crise” ficou fora do vocabulário dos participantes, optando estes por classificar os momentos de estagnação e regressão como "desafios em que só um espírito criativo e original poderá vencer". No painel de “organizadores e gestores de eventos” a crise foi vista como um desafio e não como um problema intransponível ou insolúvel, tendo sido reafirmado que “os eventos constituem uma possibilidade de produzir valor, de gerar impactos e de retorno para todos os intervenientes no processo, sejam eles directos ou indirectos”. No participado painel sobre “organizadores e gestores de eventos” foram oradores Rui Ochôa (Director da Revista Festas & Eventos), António Brito (Consultor em Gestão e Marketing de Feiras e Eventos), Pedro Figueiredo (Docente universitário). Considerando os recintos e a indústria de eventos “catalisadores da economia”, os participantes no painel “espaços e recintos” realçaram o papel das infra-estruturas que acolhem eventos na "dinamização social e económica das regiões". Os critérios da "qualidade, do rigor, do serviço público, da inovação e da ousadia" foram apontados como "aspectos estruturantes na boa gestão das instalações", assim como a definição clara da missão e objectivos e a existência de planeamento estratégico. Por outro lado, as "equipas de trabalho, os organizadores de eventos e os visitantes – “que concedem vida, logo utilidade e finalidade, aos recintos de eventos” – foram apontados como "imprescindíveis para garantir a qualidade dos recintos e/ou da sua programação". No módulo sobre “espaços e recintos” do seminário apresentaram comunicações José Bastos (Director do Centro Cultural Vila Flor), Jorge Cruz (ex-Director do Parque de Exposições de Braga), Paula Ramos Nogueira (Tempo Livre – Multiusos de Guimarães). Aquando do painel sobre formação, foi destacada a exigência do mercado que procura "profissionais de excelência, bem preparados tecnicamente e com amplos conhecimentos em áreas como a gestão, comunicação, marketing, relações públicas". Indicados como atributos mais valorizados o “desejo de aprender e adquirir novos conhecimentos, a criatividade, o dinamismo, o profissionalismo, a responsabilidade e o sentido ético”, os participantes do Seminário aludiram ainda à existência de uma grande procura de cursos e pós-graduações na área da gestão de eventos, havendo cada vez mais respostas a esta necessidade do mercado. Teresa Ruão (Docente do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho), Susana Gonçalves (Escola Superior Hotelaria e Turismo do Estoril) e Pedro Quelhas de Brito (Coordenador do curso de pós graduação em “Comunicação Empresarial”, Escola de Gestão da Universidade do Porto) foram os oradores do painel sobre formação. O Seminário "Gestão de eventos: crise ou oportunidade ?" organizado pela Tempo Livre teve como parceiros o CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, a Revista Festas & Eventos e a Câmara Municipal de Guimarães. |
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